terça-feira, 8 de maio de 2012

Uma nova vida para os animais


Esta semana decidi falar-vos de uma novidade, as cadeiras de rodas para animais , uma ideia inovadora e que faz com que os animais que tenham qualquer tipo de paralisia nos membros inferiores tenham uma vida quase normal, e aqui em Portugal a maior e melhor neste ramo é a  Dog Locomotion, o projecto surgiu em 2004 e segundo o autor “ por uma questão de necessidade e inconformismo”, pois o cão do autor da ideia o Pedro Póvoa depois de saltar de um sofá sofreu luxação vertebral ficando paralisado dos membros posteriores, mas na altura não havia a possibilidade de adquirir estas cadeiras que haviam no Brasil e nos E.U.A por isso Pedro pós mão a obra, e com dezenas de dispositivos  feitos ao longo destes últimos anos foram aperfeiçoando esta ideia, e a sua funcionalidade e hoje a Dog  Locomotion ajuda cães, e não só até coelhos e gatos esta empresa ajuda.
                        
  Ajuda-os a ter uma vida quase normal e fá-los voltar a ser felizes é uma ideia que eu apoio incondicionalmente, temos que pensar nos nossos animais porque " Os cães não são tudo na nossa vida, mas fazem da nossa vida tudo." (Roger Caras), apoiem estas causas e para finalizar aqui ficam umas fotografias para verem como isto funciona.

              Catarina Castro







sexta-feira, 27 de abril de 2012


Ao analisarmos a tabela da ficha nº 29 constatamos que tanto em 2010 como em 2011 há cada vez mais acidentes, resultando na maior parte das vezes num nº de mortos bastante elevado, e também os feridos ligeiros e graves tem aumentado, ora tudo isto se deve na sua maioria ao excesso de velocidade que cada vez mais vemos nas estradas, e temos que acordar os números são  assustadores apesar de em 2012 terem morrido menos pessoas que em 2011 os números preocupam, senão vejamos segundo  a Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária (ANSR) entre 1 de Janeiro e 31 de Março morreram 127 pessoas, em acidentes de viação, 459 sofreram ferimentos graves e 8.057 ferimentos ligeiros, comparando com os números do ano passado em 2012 morreram menos 4 pessoas, menos 44 feridos graves e menos 1.199 feridos ligeiros, em 2011, 690 pessoas perderam a vida, 2416 ficaram feridas e 39215 sofreram ferimentos ligeiros, vendo por distrito e segundo a mesma fonte Porto, Lisboa e Setúbal   são os que registam mais vitimas mortais. Segundo o site descobre.com as principais causas da sinistralidade rodoviária em Portugal são:
 1º- Manobras perigosas;
2º- Excesso de velocidade;
3º- Excesso de álcool;
4º- Más condições das estradas;
Ora os números são muito maus todos os anos morre imensa gente nas estradas portuguesas, vamos tentar inverter essa situação, nós somos o futuro, logo vamos tentar mudar o rumo da história. 

 


                                                                                         
Catarina Castro. 


Ao analisarmos a tabela da ficha nº 29 constatamos que tanto em 2010 como em 2011 há cada vez mais acidentes, resultando na maior parte das vezes num nº de mortos bastante elevado, e também os feridos ligeiros e graves tem aumentado, ora tudo isto se deve na sua maioria ao excesso de velocidade que cada vez mais vemos nas estradas, e temos que acordar os números são  assustadores apesar de em 2012 terem morrido menos pessoas que em 2011 os números preocupam, senão vejamos segundo  a Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária (ANSR) entre 1 de Janeiro e 31 de Março morreram 127 pessoas, em acidentes de viação, 459 sofreram ferimentos graves e 8.057 ferimentos ligeiros, comparando com os números do ano passado em 2012 morreram menos 4 pessoas, menos 44 feridos graves e menos 1.199 feridos ligeiros, em 2011, 690 pessoas perderam a vida, 2416 ficaram feridas e 39215 sofreram ferimentos ligeiros, vendo por distrito e segundo a mesma fonte Porto, Lisboa e Setúbal   são os que registam mais vitimas mortais. Segundo o site descobre.com as principais causas da sinistralidade rodoviária em Portugal são:
 1º- Manobras perigosas;
2º- Excesso de velocidade;
3º- Excesso de álcool;
4º- Más condições das estradas;
Ora os números são muito maus todos os anos morre imensa gente nas estradas portuguesas, vamos tentar inverter essa situação, nós somos o futuro, logo vamos tentar mudar o rumo da história." Nunca tenha pressa de não querer chegar"

 
                                                                                               

Catarina Castro.

quinta-feira, 26 de abril de 2012

“Sinistralidade rodoviária e os jovens”

Os jovens entre os 18 e os 24 anos são o grupo etário que conduz mais depressa, que tem o mais elevado índice de sinistralidade rodoviária.
A maior incidência de acidentes graves ocorre ao fim de semana, e muitas das vezes terminando num resultado trágico, provocando a morte a 45% dos condutores envolvidos e, ao avaliar pelos dados da tabela da ficha formativa nº29, constato que o número de vítimas mortais por atropelamento, de 2010 para 2011, teve um acréscimo de mais de uma dezena de mortos – de 104 para 118.
De entre os jovens que sofrem acidentes, os rapazes constituem 85% dos mortos, 78% dos feridos graves e 64% dos ligeiros, sendo esta a faixa etária mais elevada de sinistralidade. A mesma taxa em raparigas é praticamente insignificante.
Quanto ao consumo de álcool, estando este associado ao maior número de acidentes, entre os quais despistes por exemplo, verifico que, entre 2010 e 2011, os valores negativos (acidentes) estão em constante decréscimo. Porém, o estudo indica que os jovens bebem com menos frequência que os restantes condutores, mas em maiores quantidades de cada vez, atingindo assim elevadas taxas de alcoolemia.
São os jovens que conduzem mais depressa, e o uso do telemóvel durante a condução também é um comportamento habitual destes, originando muitas das vezes colisões – os valores das colisões estão a diminuir de 2010-2011.
Este grupo raramente dá passagem aos peões nas passadeiras e seguem caminho mesmo com os semáforos quer amarelo que vermelho.
De acordo com o presidente da PRP (Prevenção Rodoviária Portuguesa) é necessário “alterar a atitude e o comportamento dos jovens”, nomeadamente na velocidade, utilização do telemóvel, influencia da fadiga e da sonolência e o uso do cinto de segurança não só no banco da frente mas também no de trás.


Sara Pimenta